Casa da amizade

As Casas da Amizade, como associação, surgiram do sentimentalismo do povo latino-americano e hoje se estendem por diversos países do mundo rotário.
No Brasil, a associação de senhoras de rotarianos, sob qualquer denominação, é uma entidade civil, considerada de utilidade pública pela Lei nº 5.575, de 17 de dezembro de 1969, sancionada pelo Presidente Médici. Ocupa-se de promoções sociais e filantrópicas, e colabora voluntariamente com as realizações comunitárias empreendidas pelo respectivo Rotary Club. Tem o seu emblema, estatuto e regimento próprios, sem qualquer vínculo com Rotary, a não ser aquele decorrente do parentesco das sócias efetivas com membros do Rotary, isoladamente ou em conexão com o seu emblema, em bandeiras, flâmulas, crachás, cartazes, impressos e outros.
Posição perante o ROTARY INTERNATIONAL
Oficialmente, a posição das associações de senhoras de rotarianos, sob qualquer denominação, está restrita aos elogios e incentivos constantes do texto abaixo, transcrito do Manual de Procedimento:
PARENTES DE ROTARIANOS
"Ao planejar suas atividades, todos os Rotary Clubs e rotarianos devem levar em consideração os cônjuges e as famílias dos sócios, bem como sua possível contribuição ao objetivo de servir, e o agradável companheirismo que provém da associação com um Rotary Club.
O Conselho Diretor do RI, ciente dos bons serviços prestados, e das excelentes atividades sociais patrocinadas por organizações de parentes de rotarianos, louva e incentiva seus programas de prestação de serviços. Entretanto, de acordo com as normas do RI, atividades e programas dessas associações não podem ser endossadas pelo RI, independentemente de quão meritórios sejam.
Extra-ofialmente, os merecidos elogios e incentivos são fartamente divulgados através de vasta literatura rotária em nosso país, em reconhecimento ao eficiente desempenho das senhoras da Casa da Amizade, notadamente no campo da filantropia e da assistência social."

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